Na solidão da noite nada nos resta Somente esse mistério instigante Amarra-me em teu corpo despido Hoje sou vítima da tua eloquência Sombrio apetece de minha nudez
Conduz- me a mistérios complexo Leva-me a heresia, acalma meu sexo Já não existe palidez no meu corpo Nem dor que afligia meu coração
Tua língua passei pelo meu corpo Como serpente pecaminosa. Proibido Na solidão da noite, insana, sou tua
Beije com audácia, suga meus seios! Com prazer. Hoje, espero, aqueça- me Faça-me refém dos teus delírios
***REFÉM
Fabiane Braga Lima/ Rio Claro
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