Levantei-me da cama, me levaram a uma sala, para conversar com o homem. Amendontrada com os guardas me segurando, algemada, cheguei até a sala. — Lucas, cretino suma daqui. — Não, até me escutar. — Fale rápido. Não conseguia olhar para ele, sentia nojo. — Jane, não há rastro de Luan, me escute: nunca imagine que ele seria esse monstro. — Acabou? Preciso ir. — Jane, eu a amo, farei tudo que estiver, ao meu alcance. Entrei para cela. Um dos guardas me disse, que não teria almoço, estava faminta. Ao entrar na cela, notei a presença de uma mulher, deveria ter uns 25 anos. — Como se sente, Jane? -- Ela perguntou-me: — Posso saber seu nome, e o porquê está aqui? — Matei um homem, abusou de minha filha. Fiquei em choque, me lembrei de Luan. — Conheço Lucas, é um homem bom, divorciou-se. — Como sabe? — Tem três filhos, e cuida com muito zelo. — Chamo- me, Meire, conheci seu esposo, o falecido, preciso ir, de valor ao homem que lhe ama, e procure um advogado, logo estará com seus filhos. — Céus! Quem é essa mulher misteriosa. Lucas não é pai. — Jane, sei quem matou seu esposo. — Quem é a pessoa?
Fabiane Braga Lima/ Rio Claro, S.P.
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