Margarete, fina
Ao acordar, de uma noite horrenda, Raul me esperava no portão. — Margarete, levarei-a para fazer compras. Invasivo, como ousa vir até minha casa. Já sei, irei me fazer de vítima. Espera, Raul! — Quase não dormi, e terrível pegar o metrô. — Querida iremos de limousine, entre? Bom! O plano parecia estar dando certo, ele estava subitamente lúcido, ao me chamar de amor. Mas, ainda tinha que arrumar uma desculpa, e dar fim em Jane e sua mamãe. Raul, não sabia, mas eu jamais peguei o metrô. Trabalhar? Uma mentira que elaborei. Coitadinho, assim, teria pena da sua Margarete. — Entre Raul, quero que conheça meu apartamento. Subimos, e passamos o dia juntos. Mas, uma vez senti-me enojada. Segui em frente, pois tinha um intuito: — Ficar com tudo que ele tinha, todo o dinheiro. Precisava pensar em algo, definitivamente, dar fim em Jane e Sula. Foi fácil! — Margarete, Jane e Sula, sumiram. — Não é nada, devem estar se divertindo, mão e filha. — Estou com mau pressentimento. Dessa vez ele acertou!
— Raul, vou ficar aqui, acalma-se, não aconteceu nada.
Essa é uma história inventada, que eu narro. Margarete, não era narcisista, mas sim uma psicopata. Psicopatas exibem comportamentos e reações prejudicais com os outros. Não possuem empatia. Todos os psicopatas se tornaram assassinos em série? Leia sobre psicopatas. Quanto a Jane e sua ex mulher, aconteceu o pior.
Fabiane Braga Lima/ Rio Claro, S.P
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