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Quando falo sobre o amor para o meu filho, amor entre homem e mulher. Lembro- me dos meus pais e meus avôs….
Primeiramente falo sobre respeito, verdade e vida. Digo-o sempre que para amar alguém é necessário se amar, ter amor-próprio. Não tem como querer amar outra pessoa, sem antes
nos amar e se respeitar.
Há amores que praticamente nos matam....
E é nesse exato momento que devemos tomar a iniciativa de ir embora em silêncio, pois se ficarmos, vira uma espécie de vício, e aos poucos nos matar por dentro.
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Não poupo tal complexidade, explico a ele, quantas vezes, nas quais sofri em acreditar num falso (eu te amo) Mas sai ilesa, pois minha maior dádiva é viver, e o amor que tenho pela minha família.
Não se vive de ilusão no cotidiano, não se cria fantasias em amores que nos matam.
Quando a ilusão chega ao ponto de nos levar a loucura, retire-se….
Olhe para seu céu, sinta a vida!
Viva, não morre por falsos amores, cuidado com certas fantasias. Pode não existir um manual certo para se retirar.
Fantasia, frenesi é lindo, apenas em poesias, não no dia a dia.
Não se pode misturar vida real com uma simples ilusão...!
***Amores que matam
Fabiane Braga Lima/ Rio Claro, São Paulo
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