Afinal, quem era Lina?
Lina tornou-se mais confiante, não era aquela garota medrosa. Desde o dia que repartira o quarto com um garoto, aliás um homem, pois já fazia estagio exercendo sua profissão.
O nome dele era Ezequiel, sua família parecia ser de posse. Ao amanhece, Lina saiu do quarto e subia numa árvore, lá estudava durante horas.
Parecia ter vergonha de estudar, talvez ser chamada de nerd…
Desceu da árvore, lavou o rosto, se maquiou, solto o cabelo, que, brilhava. Ruiva, chamava a atenção. Já não era mais vaiada por garotas, e os homens assobiava com malícia para ela.
Quero falar um pouco sobre o Ezequiel, seu amigo de quarto, no começo podia se dizer, vândalos. Hoje, é um cavaleiro, um grande homem. A bela garota já não era mais tímida, frequentava festas e luau em volta da fogueira.
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- Ei, Lina, como se sente?
— Bom, ótimo. Parece que a garota tímida tinha se transformado num objeto de desejo dos garotos da Universidade. No quarto rodopiava ao som do silêncio, suada, tirava a roupa na frente de Ezequiel. Ela provocava Ezequiel com sua congênita beleza.
Certo dia, chegou seu grande amigo, veio lhe visitar, era um grande médico. Lina ouviu barulho, soltou o cabelo e seminua, deitou-se…
Exitado, Ezequiel tentou beijá-la. — O quê está elaborando, solta-me. — Desculpa-me, está tão linda e nua, não resisti. Lina sorriu de um modo sarcástico e doentio!
- Espera, Ezequiel madrugada afora, prometi. Então, como ela havia prometido, segurou na mão de Ezequiel, rodopiando ao som do silêncio. Suada, tirou a roupa. E, deitou-se nua ao la lado de Ezequiel.
— Não fique parado, mostre-me seus encantos! Afinal, quem era Lina?
Continua… Fabiane Braga Lima/ Rio Claro, São Paulo.
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